Alimentação e infertilidade masculina


A incapacidade de ter filhos é um desequilíbrio que afeta 10% a 15% dos casais em todo o mundo. É apontado que a infertilidade pode estar associada com diversas alterações, como no espermograma (número, viabilidade, motilidade dos espermatozóides) e em eixos hormonais chaves, incluindo o eixo hipotálamo-hipófise-gonadal, influenciando, como consequência, na produção dos hormônios sexuais.


Estudos mostram que diversas questões nutricionais e de estilo de vida podem contribuir para uma pior fertilidade masculina, incluindo o aumento no estresse oxidativo, obesidade, exposição a níveis excessivos de metais pesados e disruptores endócrinos e má alimentação (com proporção inadequada de macronutrientes ou deficiência de micronutrientes).


Por outro lado, modular esses fatores parece trazer alguns benefícios. Em relação a alimentação, dietas ricas em alguns nutrientes e vitaminas; e pobres em ácidos graxos saturados e ácidos graxos trans parecem melhorar os parâmetros de qualidade do sêmen. De forma contrária, dietas ricas em carne processada, alimentos à base de soja, laticínios integrais e derivados lácteos, café, álcool, bebidas açucaradas e doces têm sido prejudicialmente associadas à qualidade do sêmen em alguns estudos. Já em relação a suplementação e melhora de fertilidade, embora ainda exista necessidade de mais estudos, dados da literatura tem demonstrado o benefício da suplementação de alguns antioxidantes.

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